O DJ e produtor português Eddie Ferrer, que recentemente atuou numa edição brasileira do Happy Holi anunciou esta semana o lançamento do seu próximo tema original. A faixa, intitulada de “I Luv U Baby”, é uma colaboração com Rizzo e o brasileiro Rodrigo Vieira.
 
O lançamento está marcado para o próximo dia 7 de março, pela Green Valley Records, editora oficial da discoteca brasileira Green Valley, posicionada em primeiro lugar no Top 100 Clubs da DJ Mag em 2015.
 
O tema original vem acompanhado de dois remixes, com a autoria de Diego Miranda e do brasileiro Heiken.
 
Eddie Ferrer foi o último artista convidado pelo Portal 100% DJ para o Instagram Take Over, que decorreu no passado domingo na página oficial da rede social da Plataforma “366 Dias ao Ritmo da Noite”.
 
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segunda, 28 novembro 2016 17:49

Kura lança nova faixa pela Spinnin’ Records

É um dos DJs e produtores portugueses com mais destaque a nível internacional neste momento e acaba de lançar uma nova faixa pela editora Spinnin’ Records. O tema, intitulado de “Tora”, já está disponível nas várias plataformas digitais.
 
“Tora” é uma música com o mesmo tipo de sonoridade que Kura já habituou os seus fãs, mas desta vez com um espírito exótico e tropical, com inspiração num dos temas favoritos do artista português. Até ao momento, a faixa já conta com o apoio de artistas como Dimitri Vegas & Like Mike, Hardwell, Tiesto, David Guetta, W&W, entre outros.
 
“Este novo tema, recorda-me do início da minha carreira de DJ e de um tema que eu tocava recursivamente, - era um êxito na altura -, e a inspiração dessa música permaneceu comigo até hoje. É um tema com muitas influências tribais, mas muito marcado por elementos estilísticos meus, é uma combinação do meu groove e synths. Penso que é por isso que as expectativas estão tão altas”, refere Kura.
 
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sexta, 19 janeiro 2018 21:07

Carl Cox cria nova editora discográfica

A lenda da música eletrónica internacional, Carl Cox, lançou recentemente uma nova editora discográfica, intitulada de Awesome Soundwave (ASW), direcionado para live acts de techno.
 
A primeira produção a ser editada será o EP "MNTS of SLNC" de Digital Primate, co-fundador da mesma editora, com oito temas originais que será lançado em maio. Posteriormente serão apresentados também dois EPs com remisturas.
 
Ainda este ano será disponibilizado no catálogo da Netflix o mais recente documentário que inclui Carl Cox, Martin Garrix, entre outros, com o nome de "What We Started".
 
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A 100 Miles Records apresenta o novo single 'Submission' de Mark Voxx Feat. MC Grace.

Submission é o nome do mais recente trabalho discográfico do DJ e Produtor Mark Voxx que conta com a participação de MC Grace, cuja edição está a cargo da label 100 Miles Records

O Novo single está a partir de hoje, disponível em formato digital e em exclusivo num dos mais conceituados sites de venda online - o Beatport.

Este single caracteriza-se pelo groove poderoso e sentimento electrónico harmonioso, dotado por um vocal feminino marcante, percussão intensa e dinâmica, que combina na perfeição com os elementos electrónicos mais frescos e modernos da actualidade.

O Tema será também apresentado em registo de video clip. Estando ainda agendados a apresentação e o lançamento oficial do single, bem como, do video clip, já no próximo dia 06 de Junho na Discoteca The Loft em Lisboa, dando assim inicio à tour nacional e internacional.

Mark Voxx não carece de grandes apresentações, sendo considerado hoje em dia, uma mais valia para a Dance Scene nacional e internacional, graças ao êxito alcançado através dos seus temas e remixes editados anteriormente.

Submission conta com remisturas de alguns DJ's e produtores nacionais de renome internacional, como Diego Miranda & Villanova, Jackspot, Victor da Silva, Deep Fresh & Emanuel.

Para mais informações visita: www.myspace.com/100milesrecords ou www.markvoxx.com.
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Miss Sheila acaba de completar 15 anos de carreira, com o lançamento da sua editora “Digital Waves”, onde pretende encontrar novos talentos da música eletrónica. É uma das melhores DJs a nível nacional, sempre fiel ao seu estilo próprio e já deu muitas cartas no estrangeiro. Depois de ter sido destacada como uma das 20+ de 2014 pelo Portal 100% DJ, a artista concedeu uma entrevista exclusiva, onde fala sobre a sua carreira, o preconceito em relação às DJs e o estado da música eletrónica na atualidade.

 

O que te levou a fundar a editora "Digital Waves"?
A "Digital Waves" já é um sonho desde do tempo que trabalhava com a "Kaos Records". Sabia que um dia queria ter a minha própria editora, mas primeiro precisava de alguns anos para aprender tudo o que era preciso para geri-la, assim como dominar a área da produção musical. Para mim isto era fundamental.
 
Que novidades relativas à carreira da Miss Sheila poderemos ouvir nos próximos meses?
Estou a trabalhar em vários temas que irão ser lançados pela minha editora e não só. Vou começar a preparar a primeira mixed, uma compilação para a editora que também será da minha autoria.  Tenho mais alguns projetos, mas esses para já estão nos segredos dos deuses.
 

Sabia que um dia queria ter a minha própria editora (...)

 
Preferes atuar em pequenos clubes ou em festivais de maior dimensão?
Gosto dos dois de maneiras diferentes. Quando toco em festivais, é claro que não é tão pessoal e intimista com o público como é num clube, mas tenho que dizer que atuar para as massas também é muito bom, pela quantidade de pessoas a curtir, a energia é multiplicada vezes sem conta. Quem me conhece sabe bem que adoro clubes pequenos, pois também essa é a altura em que temos contato quase direto com o público e conseguimos ver cada expressão na cara das pessoas consoante a música, pois consigo ouvir o que cada um me diz e sentir o amor que me dão. É completamente diferente mas ambos muito bons.
 
 
Qual é a melhor memória que guardas dos teus 15 anos de carreira?
Como devem calcular, tenho memórias sem fim e seria impossível mencionar tantas, mas penso que as que me marcaram mais foram no início da minha carreira, onde tudo era novidade e não estava a acreditar o que me estava acontecer. Vivíamos tudo com muita intensidade e ter massas de gente à nossa frente tinha tanto de bom como de "medo"!
 
Quem são as tuas inspirações?
No início da minha careira, a minha inspiração, todos sabem que era o DJ Vibe, eu dizia que ele tinha quatro mãos e trocava-me as voltas constantemente. É claro que ele ainda continua a ser uma inspiração, mas hoje em dia temos muito mais acesso a DJs e produtores que não tínhamos na altura e sem dúvida tenho agora muitos mais que me inspiram, incluindo mulheres, coisa que antigamente não sentia. Hoje já posso dizer que finalmente há mulheres à séria no panorama da música eletrónica, como a Nicole Moudaber por exemplo.
 
Com quem gostarias de vir a colaborar um dia?
Adorava colaborar com o meu produtor preferido da atualidade que é o argentino Adrian Hour, pois ele faz música que me enche as medidas. É claro que não é só ele, mas assim a lista seria infinita.
 
Que sonhos ainda tens por concretizar, a nível pessoal e profissional?
A nível pessoal, penso que passa por ter um filho, mas não para já! A nível profissional, tenho vindo a mentalizar-me para perder o medo de voar, porque ainda gostava de correr o mundo a fazer o que mais amo!
 
Qual é a tua opinião sobre a música eletrónica dos dias de hoje?
Está totalmente diferente do que era. Para começar, muita da música que hoje chamamos de techno antes chamava-se house. Há uma fusão enorme nos estilos musicais e como não podia deixar de ser, torna-se cada vez mais difícil catalogar um género musical. O certo é que nos últimos anos ouve um "boom" enorme de música eletrónica à volta do mundo, independentemente de ser "EDM", comercial, techno ou hard techno, tudo é música eletrónica!
 

(...) os meus fãs sabem o quanto levo a minha carreira a sério (...)

 
Sentes que ainda existe preconceito em relação às carreiras femininas de DJ?
Sim, infelizmente ainda sinto, mas sei que não é só nesta área. Penso que continua a ser em praticamente todas as profissões do mundo. É certo que já não é tão evidente para DJs como era quando comecei, mas em parte a culpa também passa por algumas mulheres decidirem ridicularizar a profissão, ao atuarem de topless, etc... Depois somos julgadas de forma global e não somos levadas a sério! Claro que não sinto que entro nesse campeonato. Sei que pelo menos os meus fãs sabem o quanto levo a minha carreira a sério, mas não tenho duvidas que nós, mulheres sérias, temos que trabalhar o dobro para sermos vistas e respeitadas como verdadeiras artistas.
 
Dentro do teu estilo musical, o que gostavas de ver alterado em Portugal?
Não vejo assim grandes coisas que tenham que ser alteradas, "underground" é mesmo isso. Não é para as massas, nem é para dar muito nas vistas. Para já, temos promotores que fazem festas e também já temos festivais para o género musical, por isso está muito bem!
Publicado em Entrevistas
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