Na madrugada deste sábado, uma jovem de 19 anos foi baleada de raspão, numa perna, quando se encontrava à porta de uma discoteca nas Docas de Alcântara, Lisboa. Terá sido vítima de uma bala perdida num ajuste de contas com o qual não estava relacionada. 

Fonte da PSP explicou ao jornal Correio da Manhã que o alerta foi dado pelas 06h20, para a porta da discoteca Hawaii. Dezenas de pessoas saíam dos bares quando ficaram alarmadas com os gritos da vítima. Ninguém relatou à PSP a existência de desacatos anteriores aos ferimentos. Os agentes já não encontraram o atirador, mas descobriram o projétil, de calibre 6,35 mm, que atingiu a vítima. 

A jovem foi socorrida pelo INEM e transportada ao Hospital de São Francisco Xavier, onde recebeu tratamento.
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A partir desta sexta-feira, 3 de junho, as Escadinhas da Praia, em Lisboa, voltam a ganhar vida com a discoteca Kremlin, espaço icónico da noite da capital que reabre cinco anos depois do encerramento.
A festa vai contar com participação de cinco DJs das principais produtoras de música electrónica de Lisboa: Kaeser (Bloop Recordings), Gear (Frenzy), Groovefella (Plastik Galaxy Rebels), Johan e o DJ residente Dub Tiger.
 
O espaço noturno reabre agora com regularidade, até às seis da manhã, todas as sextas e sábados, mantendo-se igualmente a sua disponibilidade para acolher iniciativas particulares nos restantes dias da semana.
 
"É um projeto de continuidade de uma boa casa, com um bom nome", diz Filipe Martins ao DN, um dos quatro promotores, adiantando que "muita coisa vai mudar", mas sem tornar a discoteca irreconhecível a quem a frequentou noutros tempos. Continuará a ser uma discoteca de música eletrónica alternativa. E sem alterações à traça do antigo convento, mantendo os icónicos arcos de pedra em ogiva.
 
A discoteca abriu portas a 22 de dezembro de 1988 pela mão de João e Gonçalo Rocha (filhos do antigo presidente do Sporting João Rocha), os nomes por trás do grupo K (que viria a abrir a Kapital, em 1993, além de várias outras discotecas e restaurantes, nas décadas seguintes). Com uma oferta musical à época na noite lisboeta, rapidamente o Kremlin se transformou num nome incontornável.
 
Pelo espaço passou, desde a abertura de portas quase até 1995, como DJ residente Tó Pereira (mais tarde DJ Vibe). Terminados os anos 90 e já com vários espaços a concorrer na área da música de dança/eletrónica, o Kremlin abriu a nova década com vários episódios de violência. Em 2001, um tiroteio vitimou um segurança. Anos depois, o Kremlin voltou às primeiras páginas dos jornais por causa de um episódio de tiros à porta. Encerrou em 2011, abrindo apenas pontualmente para eventos particulares.
 
 
Fonte: DN.
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Várias discotecas de Friburgo, na Alemanha, decidiram proibir a entrada de refugiados no seguimento de um conjunto de incidentes, entre os quais uma alegada tentativa de violação, noticia este sábado o jornal alemão Badische Zeitung.
 
De acordo com o jornal, pelo menos meia dúzia de discotecas naquela cidade do sul da Alemanha, já perto de França, escolheram proibir ou restringir a entrada de refugiados no seguimento de uma série de incidentes envolvendo estes migrantes, entre os quais se contam uma tentativa de violação, roubos e uma tentativa de esfaqueamento de um segurança de uma discoteca.
 
“Decidimos de momento não permitir a entrada no White Rabbit de pessoas que tenham o estatuto de solicitadores de asilo. Não foi um passo fácil mas não vemos outro caminho para enfrentar determinados problemas”, lê-se num email enviado pela gerência desta discoteca.
 
Outros clubes permitem apenas um número limitado de entradas a refugiados ou em noites específicas, acrescenta a reportagem do Badische Zeitung, citada pela agência espanhola Efe.
 
“Temos a pretensão política de ser um clube aberto mas não podemos permitir que as coisas continuem assim”, disse o administrador da discoteca Jazzhaus, Michael Musiol, ao jornal.
 
Citado na reportagem, o comissário da polícia, Harry Hochuli, disse que não houve um aumento da criminalidade, mas reconheceu uma subida no número de furtos e roubos, e notou também um aumento no número de grupos de homens que circulam nas ruas, à noite.
 
“Se lhes negam a entrada nas discotecas, aumenta a agressividade e o problema é levado para as ruas”, referiu o comissário.
 
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A discoteca Pacha de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, vai encerrar portas em janeiro de 2016, depois de 10 anos de sucesso. A (má) notícia foi dada através da página oficial de Facebook da discoteca.
 
“O maior abalo na música de dança da década teve lugar na pista de dança do Pacha. Durante 10 anos, foi a casa das maratonas de mais de 24 horas ao estilo de Nova Iorque, onde a música eletrónica e de dança testou as suas variações e ganhou vínculos, onde as estrelas nasceram e os fãs ficaram convertidos. Em janeiro, o Pacha de Nova Iorque fecha as portas pelo melhor.”, são as palavras deixadas na rede social.
 
O espaço noturno, no entanto, não vai fechar as suas portas sem proporcionar um mês inesquecível aos seus clientes. O aniversário de uma década vai ser comemorado com várias festas especiais, que vão contar com a presença de Puff Daddy, Carnage, Dirty South e Markus Schulz. Um dos destaques vai para a atuação de Erick Morillo, DJ residente e um dos proprietários do espaço, que vai subir à cabine do Pacha de Nova Iorque pela última vez no próximo dia 12 de dezembro. A passagem de ano também está marcada, tal como as últimas festas, que estão a ser preparadas em jeito de despedida.
 
“A média de duração de uma discoteca é de 18 meses – nós durámos 120”, disse o presidente do Pacha de Nova Iorque, Eddie Dean, em comunicado na página oficial do espaço noturno norte-americano. “Tem sido uma viagem selvagem que nenhum de nós vai conseguir esquecer. As últimas festas vão comemorar os diferentes artistas, estilos e momentos que fizeram o Pacha ser o melhor”, concluiu.
 
O Pacha de Nova Iorque ganhou diversos prémios ao longo dos últimos 10 anos, incluindo o de “Melhor Superclub” dos Club World Awards cinco vezes consecutivas e um dos melhores clubs do mundo pela revista DJ Mag.
 
Segundo o site oficial, durante os últimos 10 anos passaram 6 milhões de pessoas pela pista de dança, durante mais de 12 mil horas, o que dá um total de 1500 atuações em 500 semanas. Os fãs de uma das casas noturnas mais conhecidas a nível americano e mundial queimaram cerca de 10 bilhões de calorias ao longo de dez anos e os empregados correram cerca de 10 mil milhas e queimaram um milhão de calorias a transportar mais de 2 milhões de garrafas de álcool, o suficiente para encher duas piscinas de tamanho olímpico.
 
O português DJ Vibe foi um dos artistas nacionais que teve a oportunidade de atuar neste grande espaço.
 
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Da entrada à cabine, percebe-se de antemão que tudo foi pensado ao pormenor no Sky Valley - The Club. Este novo espaço promete fazer a diferença na animação noturna em Portugal e tem assinatura de Jay Rodriguez, proprietário do grupo que dá nome ao club.

Localizado na cidade de Esposende, frente ao mar e ao rio, este incrível club está equipado com o que há de melhor para surpreender os clientes. A nível de sistema de som, podemos encontrar a linha de produtos Void Acoustics, incluindo os mais recentes Air Vantage e os Air Motion.

A programação conta com os mais prestigiados artistas internacionais e sem esquecer o que de melhor se faz no nosso território. Pela cabine já passaram DJ Vibe, Sandy Rivera, Sparrow & Barbossa, Miguel Rendeiro e Miguel Nery, sendo André Alves a assumir a residência.

Para os próximos eventos estão confirmados vários nomes conhecidos da cena eletrónica, como Claptone, Danny Tenaglia, David Morales, DJ Chus, Kenny Dope, Tony Humphries, Todd Terry, Rui Vargas, Fauvrelle, Pedro Tabuada e um showcase com o coletivo Faina.

A gerência garante que no novo Sky Valley “podemos encontrar amizade, amor e boa música. É um lugar onde só o agora importa e o ritmo da música marca a sensação primordial da alegria de estar vivo.”
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No Brasil cerca de 245 pessoas morreram num incêndio. Tudo aconteceu numa discoteca na cidade de Santa Maria no Rio Grande do Sul chamada 'Kiss'. As chamas surgiram por volta das 02:30h quando o vocalista da banda fazia uma espécie de espectáculo pirotécnico utilizando uma espécie de sinalizador.

As faíscas atingiram a espuma do isolamento acústico e as chamas propagaram-se rapidamente. Segundo o Jornal "O Globo" o prédio ficou destruído e corre risco de desabamento.

O incêndio provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram chegar à saída de emergência, que, segundo

Além dos 245 mortos haverá dezenas de feridos. "O Globo diz" que na altura do acidente estavam cerca de 400 jovens no local.
 
Notícia atualizada às 15:44 horas.
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O presidente da Associação de Discotecas Nacional defendeu esta quarta-feira um reforço de policiamento para resolver os problemas da noite, como os que têm sido registados nos últimos dias de norte a sul do país, e pediu para ser ouvido pelo Governo.
 
"Ainda não ouvimos o Ministério da Administração Interna [MAI] pronunciar-se relativamente a estes acontecimentos. Não ouvimos ninguém do Estado a vir falar sobre estas situações", disse José Gouveia e acrescentou que a ADN quer passar às pessoas a mensagem de que estas situações graves não definem a noite.
 
De acordo com o presidente da Associação que representa as discotecas em Portugal, situações como as agressões no Algarve, envolvendo um segurança que nem sequer fazia parte do corpo de segurança da discoteca onde ocorreram as agressões, não definem o setor. “Esta situação não espelha nem define aquilo que por exemplo é a segurança em Portugal.” 
 
À Lusa, José Gouveia sublinhou que a ADN teve durante os 19 meses em que as discotecas estiveram encerradas, reuniões com o secretário de Estado do Comércio e com a Câmara Municipal de Lisboa, nas quais alertaram para a importância de regulamentar melhor a questão da noite.
 
“Sabemos que em momentos de crise financeira e económica que estamos a viver, a violência acaba por escalar e também quando há um sentimento de impunidade como o que vimos nas imagens projetadas na televisão ou nas pessoas apanhadas em assaltos e que saem no próprio dia", contou.
 
No seu entendimento, isto faz com que o aumento da criminalidade se proporcione.
 
“Fala-se tanto em segurança, dos seguranças da noite, nas casas, mas não se fala da segurança na rua, que é da responsabilidade do Estado, da tutela do MAI e das forças de segurança” destacou, defendendo um reforço do policiamento.
 
Na opinião de José Gouveia, a presença das forças de segurança é um elemento dissuasor como por exemplo nos casos de roubo ou violência.
 
“Nós somos obrigados a ter uma série de regras nos estabelecimentos, tudo isto devido ao tipo de negócio que temos e depois o cliente sai cá para fora e não há um polícia, um sistema de videovigilância. Acaba por haver aqui um desequilíbrio”, realçou.
 
José Gouveia destacou ainda que o negócio da noite “está frágil, passou um mau bocado e não precisa disto”.
 
“O que pedimos é que haja um interlocutor junto do Estado. Nós temos o conhecimento da operação, o que se passa no terreno, então queremos ser ouvidos, explicar como estas situações se resolvem. Queremos também passar uma palavra de sensibilização às empresas, para os operadores da noite, para que tenham cuidado para que estas situações não ocorram, mais cuidado para com os seus clientes, com o tipo de pessoas que contratam e as empresas com quem trabalham”, concluiu.
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Sábado, dia 29 de Novembro, na discoteca ALCÂNTARA-MAR (Alcântara-Lx), é dia de festa com o convidado especial DJ OLIVS (myspace.com/dj_olivs), e DJ Xicos, os residentes Syper e RedCom fazem o aquecimento da pista, tudo começa por volta da 00h00.

Esta é uma noite que promete muita música, boa dispoção e bastante animação que se vai prolongar até às tantas.

Queres fazer parte desta festa?
Envia o teu nome e os dos teus amigos para a Guest-List, SMS com 1º e Último nome(s) para o  nº 914413435 ou 927545262.
Podes enviar mais que um nome por SMS, só tens que separar por uma virgula cada nome.

Mais informações: www.secretproductions.pt.vu.
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Luís Miranda, de 24 anos, era natural de Ronfe, em Guimarães e estava a celebrar o aniversário de um amigo, na discoteca Bar Chic, em Famalicão, quando foi agredido pelos seguranças, depois de ter sido expulso do espaço noturno.
 
Depois do jantar de aniversário do amigo de Luís, o grupo dirigiu-se ao Bar Chic, na vila de Riba d’Ave, para continuar a celebração. Ao fim de algumas horas, o jovem de 24 anos foi expulso da discoteca por estar excessivamente alcoolizado e por provocar confusão com outros clientes presentes. No exterior, Luís reagiu à sua expulsão, atirando objetos em direção aos seguranças, que reagiram com violência e perseguição.
 
As lesões graves, principalmente na zona do torso e na cabeça, fizeram com que o jovem fosse imediatamente levado para o hospital de Riba d’Ave, e, porteriormente, para o hospital de Braga. Permaneceu internado, em estado de coma e com o prognóstico reservado, acabando por falecer na passada sexta-feira.
 
A família de Luís fez queixa às autoridades na terça-feira e o caso já está a ser investigo pela Polícia Judiciária do Porto, após a morte do jovem. Agora aguarda-se os resultados da autópsia, segundo o jornal Público.
 
Recorde-se que esta semana a polícia já identificou os agressores do caso onde também envolve seguranças e um jovem agredido no Cais do Sodré, em Lisboa.
 
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A discoteca Queen, em Sanguiñeda, na Galiza, recebe este sábado dia 11 de julho o evento "Iberian Connection", como forma de celebração da "reabertura das fronteiras depois de meses encerradas", numa altura em que, do lado português, os espaços de animação noturna continuam encerrados e sem previsão de abertura.

Nesta festa a cabine será ocupada pelos DJs portugueses Pete Tha Zouk, Mayze X Faria, com G-Soul, Rafael Barros em back2back com Ricardo Ribeiro e o jovem talento Urze.

Relativamente às regras de higiene e segurança, a Discoteca espanhola adotou várias medidas preventivas nomeadamente a desinfeção permanente por plasma frio através da ventilação do espaço, o acesso controlado às casas de banho, o uso obrigatório de máscara e a desinfeção das mãos ao aceder à pista de dança. O espaço implementou ainda câmaras térmicas para medição de temperatura dos noctívagos. 

De recordar que na segunda-feira, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu a reabertura dos espaços de animação noturna em Portugal, ressalvando que, caso não seja viável, o Governo deve acolher as propostas de apoio apresentadas, evitando assim a destruição do primeiro setor a encerrar portas.
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