Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Semanal
A escola de inteligência para DJs e produtores - i4DJ, promove este domingo o evento-convívio Connection Fest, que tem como objetivo unir o coletivo de artistas, alunos e ex-alunos e da i4DJ, numa celebração da música eletrónica e da amizade.

Além de unir amigos e DJs, pretende-se com este evento dar oportunidade a artistas de apresentarem os seus projetos em atuação com os melhores equipamentos do momento. O i4DJ Connection Fest realiza-se no Tamariz e tem início marcado para as 17 horas, terminando à meia-noite.

Os interessados em apresentar o seu projeto ou tocar no evento deverão obter mais informações junto da i4DJ.
A Associação de Jovens de Samora Correia promove esta sexta-feira 12 de agosto, no Parque Ribeirinho de Samora Correia a primeira edição da "Glow Party", uma iniciativa que pretende assinalar o dia Mundial da Juventude com muita animação, música e com um colorido especial.

A festa terá início pelas 21h30 com um concerto de Joaquim Cabral, o jovem que conquistou o público do programa "The Voice Portugal" da RTP e será acompanhado pela Banda Pumpkins.

Para os amantes da música eletrónica, a diversão continua pela noite dentro com as atuações de Luís Marta e do DJ Pedro Diaz, autor do hit "Sinfonia 2012" que, ainda hoje, faz furor nas pistas de dança portuguesas. A fechar a noite estará aos comandos da cabine o DJ AfricanGroove, acompanhado pelo MC Guy H.

Para Luís Marta, presidente da Associação juvenil, "a Glow Party foi uma forma encontrada de proporcionar à juventude de Samora Correia uma iniciativa inédita na freguesia, num espetáculo que se alinha pela qualidade dos artistas convidados e que vai de encontro àquilo que os jovens da cidade pretendiam", afirma.

A iniciativa tem entrada livre e no local a organização distribuirá kits constituídos por elementos de cores fluorescentes e serão feitas, igualmente, pinturas faciais para uma noite que a AJSC espera ser diferente, mas bem colorida.

Ao longo de vários anos, a Associação de Jovens de Samora Correia tem vindo a assinalar o Dia Mundial da Juventude como forma de se afirmar enquanto associação defensora dos interesses e dos direitos dos jovens da freguesia e conta, para isso, com o apoio institucional da Câmara Municipal de Benavente, da Junta de Freguesia de Samora Correia e diversos patrocinadores que continuam a apostar nos eventos da AJSC para a prossecução dos seus objetivos de responsabilidade social.
No passado sábado, 2 de julho, escreveu-se mais uma página na história do Sound Waves, com a odisseia de 21 horas a reunir, em Esmoriz, cerca de quatro mil ravers. Depois de dois anos à espera para estarem juntos, os festivaleiros festejaram como nunca e permitiram alcançar ao festival, o carimbo da melhor edição de sempre para o ano de 2022, algo que ficará como um marco na existência do evento.

O recinto do Sound Waves com 7500 m2, decorado com as cores do evento (preto e vermelho), vibrou das 16 horas de sábado, de 2 de julho, até às 13 horas de domingo, 3 de julho. No local dois palcos marcavam a grande diferença de anos anteriores. O Mainstage que recebeu o line up principal com os internacionais Ben Klock, Boston 168, Dave Clarke, Planetary Assault Systems aka Luke Slater, SNTS, Stella Bossi, Toni Alvarez e os portugueses Carol D’Souza, Carlos Manaça, Du/Art, Danni Gato, Link98, Miss Sheila e o Nuno Clam. Já o Circus Stage, serviu como de rampa de lançamento para novos artistas nacionais. No total foram 37 artistas e 35 atuações, divididos entre os dois palcos que estiveram a fazer as delícias da audiência. 

Na 15.ª edição do Sound Waves, além do público português, estiveram presentes festivaleiros oriundos de vários países como Espanha, Holanda, Alemanha, entre outros.

Em 2023 o festival promete voltar para festejar os 18 anos de existência e a organização adianta que está prevista a realização da 16.ª edição para as duas primeiras semanas de julho onde, mais uma vez, os ravers juntos, como uma verdadeira grande família que são, vão mostrar a sua paixão pelo techno e pelo underground naquela que é a maior rave em Portugal.
 
Eleito o melhor festival indoor da Europa em 2019, o WOS está de volta a Santiago de Compostela entre os dias 8 e 11 de setembro e os primeiros artistas do cartaz já foram anunciados: Aho Ssan & KMRU, Alicia Carrera, Blackhaine, Caterina Barbieri, Huerco S., Pan·American, Prison Religion, Sofie Birch, upsammy, Yugen Kala e Zbigniew Chojnacki.

Com a música como motor principal e uma vocação multidisciplinar, a sexta edição do WOS Festival x SON Estrella Galicia devolve a Santiago de Compostela o seu universo de criação contemporânea e de música de vanguarda. A cidade será invadida por propostas artísticas com o objetivo de oferecer uma alternativa cultural para descobrir e desfrutar de experiências únicas, no cenário incomparável de um centro histórico declarado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

As primeiras confirmações do cartaz anteveem uma programação que abrange música, cinema, instalações artísticas, workshops e debates, com estreias inéditas na península ibérica, protagonizadas por alguns dos artistas que marcam o ritmo da música contemporânea.

Os bilhetes para o WOS Festival x SON Estrella Galícia podem ser adquiridos em wosfestival.es com valores entre os 50 e os 60 euros. O evento é produzido pela WORK ON SUNDAY com o apoio da SON Estrella Galicia. Tem ainda o apoio institucional da Câmara Municipal de Santiago de Compostela, do Conselho da Província da Corunha, da Junta da Galiza, através da Xacobeo 21-22 e AGADIC e outras instituições e agentes culturais da cidade.
 
Demorou três anos, mas o Dancefloor - Jump to the Drop voltou, depois dos adiamentos causados pela pandemia. O primeiro dia do festival não podia ter corrido melhor com cerca de 2300 pessoas a assistirem às estreias em território português de Hugel e Gunz for Hire, bem como aos repetentes Mayze & Faria, Dubdogz, Kaiser-T e Louis.

As surpresas não faltaram, com o festival a trazer Louis, DJ e produtor português em ascensão, que fez as delícias do vasto público que marcou presença, sobretudo da forte comunidade de Hardstyle em Portugal. Para além disso, a sexta-feira contou com a estreia da mascote do festival, que fez questão de marcar presença não só em cima do palco, como também no meio da plateia, interagindo com os festivaleiros.

Os Dubdogz, artistas brasileiros, estrearam-se este ano no Dancefloor, numa pista de dança repleta de conterrâneos que fizeram questão de marcar presença para ver este duo de irmãos gémeos.

De referir que o primeiro dia contou com festivaleiros vindo de diferentes zonas do país, bem como de diferentes países da Europa: Brasil, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Holanda foram alguns dos países representados este ano.
 
Hoje, a noite promete ser ainda melhor, com o cabeça de cartaz Acraze a ter a sua estreia absoluta em solo nacional. Acraze é o produtor por detrás do hit "Do It To It" que tem estado no topo das tendências globais, sendo por isso, uma das grandes atrações para esta noite que começa com Stevie Krash, mais um artista português que é aposta do Dancefloor. Do cartaz faz ainda parte Holly, que tem vindo a dar cartas por todo o mundo, tendo já atuado no Coachella e mais recentemente no NOS Alive. Os brasileiros Cat Dealers, Krewella, Sefa, produtor de Hardstyle completam a segunda noite.

"O nosso objetivo sempre foi e será, dar ao nosso público momentos únicos na área da música eletrónica, momentos de alegria, loucura e espetáculo, como sempre o fizemos desde a primeira edição" refere Tiago Martins, promotor do evento.
O IDB Lisbon - Innovation & Design Building Lisbon, antigo edifício Entreposto, inaugurou no passado dia 14 de julho, um rooftop que traz à capital uma nova experiência de lazer, integrada num centro de inovação e design emergente. Criado pela Jamestown, o novo terraço panorâmico com mais de 3.000 m2, localizado no topo do edifício, vai até final do mês de novembro dinamizar a zona oriental da cidade com a conjugação, num só espaço, de gastronomia, atividades desportivas, arte e cultura.

Em funcionamento de quinta a domingo, o novo IDB Rooftop é reflexo do conceito criativo que a Jamestown tem vindo a desenvolver, nos últimos anos, nos edifícios de escritórios que tem adquirido e remodelado. É um espaço inclusivo, direcionado para o público local, com uma oferta diversificada e original que reflete o espírito de um verdadeiro community hub.

Um dos destaques deste novo espaço da capital será a sua zona de restauração, cuja carta é assinada pelo conhecido chef de cozinha brasileiro Dedé. Na oferta artística, o IDB Rooftop terá patente ao público uma parede, com cerca de 40 metros de comprimento, cuja criatividade foi desenvolvida pelo duo de artistas Los Pepes.

O trabalho dos artistas integra várias ilustrações que contam a história de Lisboa, enquanto cidade das setes colinas, e as sensações que o IDB Rooftop poderá proporcionar, através de várias cores e padrões, criadas sobre uma das paredes do terraço.

O IDB Rooftop conta ainda, na sua programação cultural, com o contributo do Letreiro Galeria, com a sua instalação "Estabelecimentos - Exposição de Letreiros Comerciais, século XX", a primeira a ser realizada em espaço exterior.
quarta, 06 julho 2022 00:05

Hardwell anuncia regresso a Portugal

O DJ e produtor holandês Hardwell confirmou esta terça-feira que irá atuar em Portugal, a 23 de novembro, na Altice Arena, em Lisboa, num espetáculo a solo, integrado no seu apoteótico regresso aos palcos mundiais com a digressão "Rebels Never Die".

Dez anos depois de ter protagonizado uma das atuações mais eletrizantes em terras lusas, o pioneiro da música de dança e dois anos como N.º 1  TOP 100 da revista britânica DJ Mag, regressou aos palcos no passado mês de março onde fez história no Ultra Music Festival com um novo set musical que surpreendeu tudo e todos.

Depois de uma pausa nas suas tournées, o artista bem conhecedor do público português revela agora um novo espetáculo que dará aos fãs uma única e multidimensional experiência para presenciar a sua atuação ao vivo em palco. 

A nova digressão mundial "Rebels Never Die" surge a propósito do novo álbum a solo, com 14 faixas, lançado pela sua editora Revealed Recordings e representa um ponto de viragem musical para uma das maiores estrelas reconhecidas da música eletrónica. 

Ao longo de 2022, a digressão do álbum vai levar Hardwell de volta à estrada, com mais de 25 atuações marcadas nos grandes palcos da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul. 

Os bilhetes para assistir a este espetáculo em Lisboa estão à venda nos locais habituais pelo valor de 50 euros (plateia em pé) e 60 euros para o balcão 1.
 
Ao longo de quatro dias, cerca de 300 mil pessoas visitaram o festival Rock in Rio Lisboa, cuja 9.ª edição terminou domingo, mas já tem ano de regresso.

Segundo Roberta Medina, "a próxima edição é em 2024. O protocolo com a Câmara [Municipal de Lisboa] é para duas edições - 2022 e 2024", novamente no Parque da Bela Vista, onde o festival acontece desde o ano 2004, de dois em dois anos.

A edição que terminou domingo deveria ter acontecido em 2020, mas acabou por ser adiada devido à pandemia da covid-19, fazendo com que o público tivesse de esperar quatro anos, em vez dos habituais dois, para voltar ao festival.

Ao longo de quatro dias, segundo a organização, a "cidade do rock" recebeu cerca de 287 mil pessoas: 74 mil no dia 18 de junho, 63 mil no dia 19, 70 mil no sábado e 80 mil este domingo, o único com lotação esgotada.

70 mil dos bilhetes usados este ano tinham sido vendidos para a edição de 2020. Do total de bilhetes vendidos, 9% foram reembolsados, tendo em conta os adiamentos de 2020 e 2021 e o cancelamento do concerto dos Foo Fighters, cabeças de cartaz do primeiro dia, que acabaram por ser substituídos pelos Muse.

Há ainda a registar um aumento do número de bilhetes vendidos no estrangeiro, totalizando "pelo menos 20 mil ingressos vendidos para 39 países diferentes", disse a responsável pelo evento, acrescentado que o impacto financeiro do festival rondou os dados de 2008, ou seja 63 milhões de euros.
domingo, 19 junho 2022 15:57

Mayze X Faria estreiam-se na Mau House

A dupla Mayze X Faria lançou recentemente um novo tema musical. "Dreamers" foi editado na reconhecida Mau House e inclui um remix de Vlad Jet. 

Neste novo tema, Mayze X Faria evidenciam ritmos potentes, épicos riffs melódicos e um vocal fascinante, tudo assente numa produção que conduz o ouvinte através de uma magnífica aventura.

O remix é da responsabilidade do produtor ucrâniano Vlad Jet, que, além da dupla, também se estreia na Mau House e apresenta em "Dreamers" uma interpretação inspiradora, carregada de feeling dos anos 80, percussões exaltadas e baixos vigorosos, mantendo ainda assim a energia e atmosfera cativantes do tema original.
 

Dois anos depois sem música no palco, o festival Sound Waves regressa a Esmoriz para uma edição memorável com 35 artistas a compor o cartaz. Ao todo, serão 21 horas para dançar ao som de vários artistas consagrados como Ben Klock, Boston 168, Dave Clarke, Klangkuenstler, assim como os portugueses Carlos Manaça, Du/Art, Link98, Miss Sheila e Nuno Clam.
A poucos dias do arranque da 15.ª edição, tomámos o pulso a Wilson Neves e Bernardo Bernardes, responsáveis pela organização do evento, que se demonstraram entusiasmados com este novo regresso à normalidade e nos contaram algumas das novidades para este ano.
 
Dois anos depois, o Sound Waves está de volta. Como é o regressar depois de uma pandemia?
Wilson Neves: Após dois anos sem termos a oportunidade de organizar o Sound Waves, estamos bastante entusiasmados por voltar a fazer o que mais gostamos. Foram dois anos muito complicados para todos os agentes ligados ao setor dos eventos, dois anos que fizeram toda a mecânica da organização de um evento mudarem, mas estamos entusiasmados e muito positivos com o festival.
 
Nestes dois anos sem evento auscultaram os gostos/preferências do público?
Bernardo Bernardes: Dois anos de pandemia com lockdowns obrigatórios fizeram com que a indústria musical tivesse uma grande reviravolta, muitos hábitos foram mudados e sentimos que a música em geral e os gostos musicais também. Relativamente ao Sound Waves tentámos manter a nossa essência de festival underground mas fez-nos refletir e também adaptarmo-nos a toda esta mudança que sentimos nos dois anos de pandemia.

Foi fácil elaborar este cartaz de artistas?
Wilson Neves: Na elaboração do cartaz tentámos fazer uma mistura entre os artistas já reconhecidos no mundo underground e que o nosso público tem afeição, como é o caso do Ben Klock, Dave Clarke ou Planetary Assault Systems (Luke Slater), os artistas que estão em ascensão dentro do underground e da música eletrónica como é o caso da Stella Bossi, Klangkuenstler, SNTS ou Boston 168. Para finalizar, naturalmente temos também os nossos artistas nacionais que são grandes referências com é o caso do Carlos Manaça, Miss Sheila, Nuno Clam, DJ Link e Carol D'Souza, entre outros.
Nesta edição também optámos por apostar numa sonoridade diferente e pensámos que o Danni Gato seria o artista ideal para proporcionar um set único e especial de afro tech no início da tarde de sábado, 2 de julho.
 
Qual é a importância de haver uma lista de artistas portugueses?
Bernardo Bernardes: Para nós é fundamental darmos oportunidade aos artistas nacionais de demonstrarem o seu valor. No nosso país temos bastantes DJs e produtores com muito talento e o Sound Waves sendo um festival português tem como honra poder dar a oportunidade para que possam mostrar esse talento em frente a milhares de festivaleiros apaixonados pelo underground. 

O festival tem a dimensão desejada ou gostariam que fosse maior?
Wilson Neves: Atualmente o festival está pensado e organizado para a capacidade que tem. No entanto o objetivo é que haja um crescimento gradual que faça com que o Sound Waves seja reconhecido globalmente como sendo um festival de referência no género.
 

Que novidades podem os festivaleiros contar para este ano?
Bernardo Bernardes: Este ano teremos dois palcos, o Main Stage e o palco Circus. Este último terá maioritariamente artistas nacionais que estão em ascensão na cena underground nacional e que se estão a preparar para dar o outro salto. Dentro do recinto também teremos uma zona de restauração diversificada onde os nossos ravers poderão comer e descansar pois será um evento de 21 horas "non stop".

Existe alguma atuação em que as expectativas estejam muito altas? 
Wilson Neves: Nesta edição temos artistas muito interessantes e as expectativas são altas. Temos a Stella Bossi que é uma artista que está num crescimento exponencial e que acreditamos que será uma das “cerejas no topo do bolo”, temos também o misterioso SNTS com sonoridades mais hard, mas não nos podemos esquecer dos artistas que já fazem parte da história do undergorund que é o caso do Ben Klock, do Dave Clarke e do Luke Slater a apresentar-se com o seu live como Planetary Assault Systems.
 
A venda de bilhetes decorre como esperando?
Bernardo Bernardes: O festival tem tido uma afluência fantástica, não só em Portugal como além-fronteiras. Será o ano em que mais público estrangeiro se irá juntar à festa.
 
Nestes 15 anos de evento, há algum momento marcante que gostariam de destacar?
Wilson Neves: Não um apenas, mas vários... Todos os anos temos vindo a ter aquele momento que irá ficar no registo desta história, seja marcado pelos artistas convidados ou até mesmo pelo público que tem o bilhete desde a primeira edição até à de hoje. Há quem tenha tatuado no corpo “Sound Waves”, mas mesmo depois destes anos, este vai ter um gosto especial... Um gosto de liberdade e uma saudade gigantesca!
 
Para terminar, a pergunta proibida sobre o backstage: existe alguns pedidos extravagantes nos riders deste ano?
Bernardo Bernardes: Todos os anos há pedidos mais excêntricos, contudo este ano a extravagância não saltou barreiras, talvez por causa da pandemia, os artistas não pediram coisas de outros planetas, possivelmente porque estão agradecidos por voltarem a fazer aquilo que mais gostam. Isso sim é o mais desejado por eles, pelo público e por nós organização.
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