quinta, 19 maio 2011 01:00

Super Bock 'vive' as festas de Lisboa

A associação da Super Bock às Festas de Lisboa 2011 é feita sob o mote “Vive a Festa” “num desafio a todas as pessoas para participarem, e se divertirem, no maior evento cultural e lúdico da capital, que decorre durante os próximos dois meses”, explica a marca.

Já a partir de hoje, a Super Bock, enquanto patrocinador oficial das Festas de Lisboa, vai decorar as ruas da cidade e marcar presença em centenas de espectáculos, eventos e exposições que fazem parte do cartaz deste ano.

Paralelamente, a marca vai ainda promover um conjunto de actividades para dinamizar a presença neste grande acontecimento e reforçar a ligação à cidade de Lisboa. Uma das iniciativas consiste na exposição de três guitarras gigantes, decoradas por jovens artistas, em resposta a um desafio colocado pela marca no The Talent City, uma cidade virtual dedicada a estudantes e recém-licenciados, projecto promovido pela consultora Jason Associates e da qual a Unicer é parceira.
 
As Festas de Lisboa, organizadas pela EGEAC, recebem, todos os anos, cerca de meio milhão de visitantes nacionais e estrangeiros que se deslocam à capital para assistir às marchas e arraiais populares, concertos, espectáculos, exposições, oficinas e ateliês, mostras de cinema, teatro, fado, e muitas mais iniciativas dentro e fora de portas.

A parceria iniciada, em 2009, entre a Unicer – através da marca Super Bock -, a Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC – Empresa Municipal de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, regista resultados positivos. A Unicer tem, actualmente, uma presença forte na capital portuguesa com o patrocínio às Festas de Lisboa mas, anualmente, as marcas da empresa – principalmente Super Bock, Água das Pedras e Vitalis – são presença em diversos eventos de referência (musicais, culturais e desportivos).
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Um DJ set de Da Chick promete animar a noite do próximo dia 27 de julho, no bar lisboeta Ferroviário. A festa acontecerá entre as 19 e as 22 horas.
 
Os ritmos funk de Lisboa de Da Chick vão certamente ficar na memória de todos os que irão estar presentes no espaço, que foi recentemente remodelado, com uma grande aposta na programação selecionada por Davide Pinheiro.
 
No bar, os visitantes podem experimentar vários cocktails da casa e petiscos do menu do chef colombiano Nico Martinez-Villalba. A entrada é livre.
 
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Depois de se ter estreado em 2019 com uma passagem pelo Porto, a competição de danças urbanas assinada pela Red Bull está de volta em 2021. Lisboa é o cenário escolhido para o palco da Final Nacional, que decorre no dia 3 de julho, na Gare do Oriente, em Lisboa. 

A Final Nacional contará com 16 bailarinos, preenchidos através de wildcard (convite direto) e open spots. Os lugares em aberto serão preenchidos através de audições online, estando a escolha final por conta de um júri de três elementos com reconhecida reputação no meio das danças urbanas. A oportunidade de participação está aberta a todos até ao próximo dia 18 de junho.

Os finalistas vão competir num formato inovador, enfrentando um conjunto de rondas um para um, até à batalha final, ficando a cargo do público presente a escolha de qual dos bailarinos avança para a fase seguinte. O evento terá acesso livre, de acordo com as limitações do espaço. 

O vencedor irá representar Portugal na final mundial do Red Bull Dance Your Style 2021, num destino a anunciar brevemente. Aqui, o título mundial será disputado pela elite de 30 países. Na última edição, que decorreu em 2019 em Paris, o nosso país marcou presença com o bailarino Vítor Fontes.

O Red Bull Dance Your Style é uma série global de eventos com um formato de competição único, que desafia bailarinos e público a participar no que pretende ser uma celebração e encontro de estilos de danças urbanas. São, assim, esperados estilos tão diversos como o Hip Hop, House, Popping ou Locking.
 
Todas as informações sobre as audições serão disponibilizadas em www.redbull.com.
 
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Arranca hoje mais uma temporada das Musicbox Heineken Series, uma parceria com o mítico espaço lisboeta Musicbox e a marca Heineken, com uma seleção de projetos que representam o futuro da produção nacional nas áreas do hip-hop, trap, eletrónica e soul. MGDRV, Mike El Nite, Ghetthoven e Niagara atuam hoje no Musicbox, juntamente com a holandesa Stellar Om Source. 
 
Nos próximos seis meses, a mensalidade trará ao Cais do Sodré Jon Hopkins, Com Truise, The Veils, Panda Bear e East India Youth, bem como os novos projectos portugueses EGBO e Jibóia.
 
Resultado de uma colaboração de mais de dois anos entre a Heineken e o Musicbox, a mensalidade assume-se como um olhar sobre a música moderna, colocando lado a lado nomes consagrados da música de hoje e os novos valores da cena mundial e local. Uma aposta que consolida também o compromisso de ambas as marcas para com o apoio e promoção a projectos que sejam reflexo de novos movimentos criativos. 
 
Confere aqui a programação completa:
  • 28 fevereiro - Mike el Nite + mgdrv + ghetthoven + Stellar Om Source + Niagara
  • 29 março - The Veils + Panda Bear + Gala Drop DJs
  • 12 abril - East India Youth 
  • 17 maio - Com Truise + EGBO
  • 14 junho - Jon Hopkins + Jiboia
 
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Decorreu este fim-de-semana em Lisboa o primeiro Congresso Profissional de Música Electrónica onde tive o prazer de estar presente e onde fui convidado para partilhar um pouco da minha experiência na conferência sobre "Carreiras e Agenciamento". Se é de saudar esta iniciativa, terei também de partilhar convosco o meu ponto de vista onde todos temos errado nesta indústria. 
 
Existem uma série de questões relacionadas com esta indústria que terão de ser resolvidas e este primeiro passo foi extremamente importante, no entanto, não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes. Não sei se foi por falta de informação, se teriam estado todos a trabalhar num fim-de-semana à tarde ou se é o que eu penso e cada um só pensa no seu "umbigo" ou se fica com o "orgulho" ferido por não ter recebido um convite formal para estar presente. 
 
Neste Congresso, a conferência mais aguardada era a que iria colocar todos os presentes em "confronto/debate" com os representantes do IGAC, SPA e PASSMÚSICA.
A meu ver, nada do que se pretendia foi alcançado (apesar da abertura para debater os mais variados assuntos por parte das diferentes entidades). 
Esta Conferência e os assuntos relacionados com a mesma deveriam ter tido uma duração muito superior à que teve e onde houve muita gente que não teve oportunidade de colocar as suas questões e ver esclarecidas as suas dúvidas. Mais importante que isso, foi o facto de tudo o que ali foi falado, não adiantou em nada. Ficou por resolver (ou agendar/planear como e onde o resolver) a profissionalização da profissão de DJ, não ficou resolvida nenhuma questão relacionada com as plataformas musicais e apenas ouvimos mais do mesmo... FACTURAS E PAGAMENTOS. Possivelmente as melhores informações vieram da parte de onde menos se esperava (Passmúsica e IGAC) no que diz respeito às fiscalizações, onde as intervenções dos dois elementos ligados à fiscalização mostraram a abertura possível e explicaram que apenas exercem o que a lei (ou ausência dela) exige e o que os artistas/DJs deverão fazer e facilitar no caso de serem fiscalizados. 
 

(...) não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes.

 
Um primeiro passo foi dado... há abertura por parte das entidades para ouvir os DJs, produtores e os seus representantes, no entanto nada disto irá acontecer porque continuamos nesta indústria a "assobiar para o lado" e ficamos à espera que haja alguém que a resolva em vez de haver uma união e que, em conjunto, seja exercida a devida pressão necessária, deixando "brechas" para que haja uns "iluminados" que abrem associações ilegais, sem estatutos e que não representam ninguém e onde apenas vivem para aumentar a sua conta bancária pessoal e o seu ego (falo directamente e abertamente da APDJs e do seu representante). 
 
Existem apenas 2 passos que podem ser tomados. A abertura LEGAL de uma associação e um sindicato para os DJs e Produtores de música electrónica (o que é praticamente impossível) porque terá de ser provado junto do Governo que a profissão é necessária e tem de ser legislada sendo de interesse público ou teremos de em conjunto com as entidades supracitadas (IGAC, SPA e Passmúsica) conseguir que as mesmas façam chegar essa informação a quem poderá efectuar a legislação devida para a "nossa" profissionalização. 
 
Existe algo que podemos usar como "trunfo" ou forma de conseguir ser ouvidos. A SPA é regida pelas normas "associativas", assim sendo, a única forma que temos disponível para que a nossa voz seja ouvida é termos voz activa dentro da SPA. Não podemos tentar lutar "de fora" e a única forma de fazer algo é estarmos dentro das Associações. Se os milhares de DJs e produtores de música electrónica formarem uma lista associativa (onde todos terão de estar inscritos como associados da SPA) e concorram com essa lista de elementos na próxima Assembleia Geral para a eleição dos órgãos sociais da SPA, com toda a certeza que seremos "olhados" de outra forma por parte de todas as entidades. Se conseguirmos fazer parte da solução e não do problema e conseguirmos ter voz DENTRO de quem realmente consegue ter voz e poderá ajudar, todos irão sair a ganhar com este processo. Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos, que resolva o problema da nossa indústria onde o que se pretende é uma profissionalização e que não sejam os DJs e Produtores a pagar, entregar dividendos a autores e produtores que não fazem nada à uma série de anos, que não representam nada (actualmente) na indústria discográfica, dos espectáculos ou entretenimento e que principalmente as entidades percebam que a realidade da reprodução/produção e venda da musica já não é a mesma de à uns anos atrás. 
 

Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos(...)

 
Não vamos conseguir explicar que as verbas terão de vir de uma taxa sobre quem fornece o serviço de Internet (operadoras) e que não pode ser imputada uma responsabilidade a quem pretende oferecer a sua música, seja ela para execução pública ou privada. Não vamos conseguir explicar que um "Remix" é uma obra nova (apesar de quando é editado a SPA já o considerar como tal), não vamos conseguir explicar que não temos documentos nem facturas quando uma "promo" ou uma faixa é disponibilizada para "free download" e que não podemos pedir (nem nenhum produtor o fará) um documento escrito com a identificação a quem foi "dada" uma determinada obra (imaginem o que seria se os U2 ou o Bono tivesse de passar um documento a todos os que descarregaram o último trabalho gratuito pelo iTunes). 
 
Só de dentro para fora poderemos ser escutados e se, de uma vez por todas, unirmos os esforços e assumirmos o compromisso que queremos ver legislada a "nossa" profissão e a forma como a desempenhamos bem como os meios que são utilizados. Esta é uma profissão e uma indústria que devidamente trabalhada é do interesse público, gera receitas e fontes de rendimento e inerentemente poderá trazer ao nosso País uma fonte de rendimento acrescida e contribuir directa e indirectamente para o seu crescimento.
 
Ricardo Silva
DWM Management
 
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A terceira edição da AMEN, a festa anual de drum n’ bass, jungle e UK bass, está prestes a chegar ao Ministerium Club, em Lisboa, no próximo dia 31 de maio produzida pela Mais Baixo e a Kalimodjo.
 
O evento terá dois palcos, dois sistemas de som e o line-up é composto pelos artistas nacionais Om Unit e Loxy, os portugueses Y. L. S., Xtanki, Zero, Ruim, 3WA e vários convidados especiais.
 
Os bilhetes já se encontram disponíveis entre os 8 e os 30 euros no site oficial da Kalimodjo.
 
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Já há dois tipos de bilhetes esgotados para a próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que vai decorrer no Parque da Bela Vista nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho. Até ao momento, o festival confirmou a atuação de Camila Cabello, Black Eyed Peas, The National, Foo Fighters e Post Malone.
 
Após esgotarem os Pack Experiências Rock in Rio powered by Fnac, terminou recentemente os bilhetes com desconto em Cartão Continente. No entanto, ainda é possível adquirir bilhetes para a Cidade do Rock através do voucher diário disponível online ou em qualquer loja Fnac do país.
 
Entre as novidades deste ano, a organização já confirmou o ESC Online Sports Bar, Rock in Rio Kids, Game District, uma nova roda gigante, uma montanha-russa com tecnologia VR e uma Rock Street dedicada à cultura asiática.
 
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sexta, 12 setembro 2008 19:32

Twins abre portas em Lisboa

O selo Twins prepara-se para abrir portas em Lisboa.

Numa altura em que já têm o seu projecto a ser colocado de pé, batata Cerqueira Gomes, Manuel Guedes e Tiago pinto Leite prometem não olhar a meios para atingir fins, estando também certo, que o Twins Lisboa, irá seguir sem margem para qualquer dúvida a linha de selecção e serviço da casa mãe da Foz.

Com abertura prevista para a primeira quinzena de Outubro, prevendo-se portanto que figure como a última reentrada da capital, esta casa já se encontra a agitar águas não só pelo staff que terá que contratar, como pelo facto de prometer funcionar como o regresso de um conceito Banana`s que tanta saudade deixou em Lisboa.
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A contagem decrescente para o Rock in Rio-Lisboa 2018 continua e a organização anunciou hoje que já se encontram esgotados os passes para o primeiro fim-de-semana do festival, nos dias em que o Palco Mundo recebe Muse (23 de junho), Bruno Mars, Demi Lovato, Anitta e Agir (24 de junho). Para estes dias, os fãs ainda podem adquirir bilhetes diários pelo valor de 69 euros.

Para o segundo fim-de-semana do festival (29 e 30 de junho), em que a organização já confirmou The Killers como headliner do dia 29 de junho, ainda é possível adqurir weekend passes a 117 euros e bilhetes diários. 

Recorde-se que o Rock in Rio-Lisboa está de volta nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho, prometendo transformar a Bela Vista num gigante parque temático da música, com inúmeras experiências e uma programação surpreendente, combinando o melhor do entretenimento. 

Este ano o festival vai contar com mais horas de entretenimento diário (o recinto abrirá portas às 12h00 e encerrará às 2 horas da madrugada), terá novas áreas,  como o Pop District ou o Gormet Square e novos palcos como o Digital Stage.

Os bilhetes para o Rock in Rio-Lisboa estão disponíveis nos locais habituais (lojas FNAC, bilheteira.fnac.pt, Blueticket.pt, Festicket e Ticketmaster).
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A segunda edição dos Portugal Festival Awards decorreu ontem em Lisboa, no cinema São Jorge, onde foram revelados os vencedores da entrega de prémios.
 
“Foi uma noite de festa que celebrou todos os players da indústria dos festivais em Portugal, que movimenta mais de 2 milhões de espectadores por ano”, referiu Rita Pires, da organização do evento.
 
O festival NOS Alive foi o grande vencedor da noite, com três prémios arrecadados. Hardwell, com a sua atuação no MEO Sudoeste, acabou por perder o prémio de Melhor Atuação ao Vivo – Artista Internacional by Fuel TV para os Arctic Monkeys.
 
A apresentação do evento ficou a cargo de Diogo Dias, vocalista dos Klepht e de Luísa Barbosa. Ao longo da noite, subiram a palco os nomeados para o prémio de Melhor Atuação Ao Vivo – Artista Nacional by Antena 3, D’Alva, For Pete Sake, Jimmy P, Sequin e Time For T, juntamente com a West European Symphony Orchestra e ainda a performance surpresa de NBC.
 
A maioria dos vencedores foram escolhidos pelo público, através de uma votação que esteve disponível no site oficial dos Portugal Festival Awards. As seis últimas categorias tiveram os seus vencedores escolhidos por um painel de jurados composto por membros de vários órgãos de comunicação social e músicos. Nenhum evento do grupo PT saiu vencedor.
 
Vencedores:
  • Melhor Festival Urbano: NOS Alive
  • Melhor Festival Não Urbano: Vodafone Paredes de Coura
  • Melhores WC’s: NOS Alive
  • Melhor Campismo: Vodafone Paredes de Coura
  • Melhor Festival Académico: Queima das Fitas de Coimbra
  • Melhor Atuação ao Vivo – Artista Revelação by Antena 3: Jimmy P
  • Melhor Atuação ao Vivo – Artista Nacional by Antena 3: Buraka Som Sistema
  • Melhor Atuação ao Vivo – Artista Internacional by Fuel TV: Arctic Monkeys
  • Melhor Micro-Festival: Indie Music Fest
  • Melhor Festival de Pequena Dimensão: Milhões de Festa
  • Melhor Festival de Média Dimensão: Sumol Summer Fest
  • Melhor Festival de Grande Dimensão: NOS Alive
  • Melhor Cartaz by Casal Garcia: NOS Alive
  • Melhor Comunicação: LISB/ON #Jardim Sonoro
  • Contribuição para o Turismo: NOS Primavera Sound
  • Melhor Ativação de Marca: Vodafone Music Sessions
  • Contribuição para a Divulgação da Música Portuguesa: Sol da Caparica
  • Festival Mais Sustentável by Level Up: Bons Sons
 
DJ Ride foi um dos vencedores da edição do ano passado, na categoria de Artista Revelação by Antena 3.
 
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